Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 15 de setembro de 2012

Lembra-me um sonho lindo!


4 comentários:

Rogério Pereira disse...

Pelo que me disse
Teve outro
Vivido
E... mais lindo!

(já vi o video...)

Silvia Mota Lopes disse...

:)

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Ontem foi dia de sonhos à solta :-)

Silvia Mota Lopes disse...

É verdade...sonhos que falaram mais alto...e não vamos desistir deles facilmente e aquele mar de gente que dele também fizemos parte é uma grande realidade:)
Beijinho