Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Um Segredo:)

 
Depois de ter ilustrado uma história linda, doce e com personagens que nos enchem o coração...veio agora a poesia ter à palma da minha mão:)
não, não posso partilhar...quem sabe um dia!!!!
 

4 comentários:

Lídia Borges disse...


Hummmm!... Quero ver, quero ver.

:)

Beijinho

Silvia Mota Lopes disse...

Tens esse direito:)
Beijinhos

Rogério Pereira disse...

Partilhe!
Não partilha?
Como quer saber
o impacto do seu escrever?

Vá lá...

Silvia Mota Lopes disse...

Pois mas neste caso não é o meu escrever é o da Lídia e não posso revelar...Beijinhos