Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

desenhos:)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

2 comentários:

Rogério Pereira disse...

...e se, de repente, me dessem ganas de desenhar
Fazer bonecos para os netos,
quanto eu gostaria de que me saíssem assim...

Silvia Mota Lopes disse...

Então! vamos lá começar
papel e lápis
e uma boa dose de inspiração
uma mistura de pózinho mágico
e muito amor nesse coração:)
Os ingredientes estão lá toca a cozinhar!!!!