Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Está quase a chegar!!!! :)

 
Este dia foi muito especial vem completar uma outra realidade que está quase a acontecer:)
já o vi e está lindo!!! agora sim com uma nova roupa, um novo rosto....uma nova capa...um novo miolo...um  sonho que foi abalado mas não desfaleceu:)
Obrigada Célio e Professoras: Ana Paula Matos, Alexandra e Liliana:)
Obrigada a todos que sofreram comigo...por tudo o que passamos...mas valeu a pena!!
Obrigada "LIBROBRAGA" do fundo do coração por ter acreditado no meu sonho e agora muitos projetos estão a acontecer, um deles uma coleção que posteriormente vou falar como nasceu:)

vale a pena acreditar
vale a pena aceitar desafios
vale a pena sonhar
por que se acreditarmos nos nossos sonhos eles podem acontecer:)

Obrigada RC e PG:)

O Richard mais que qualquer outra pessoa esteve sempre desde o início neste meu primeiro passo...de todo o processo e trabalho envolto no livro, Alícia no Bosque. É uma pessoa que tenho um carinho especial. É um verdadeiro amigo, daqueles do coração:)

Quero agradecer ao meu amigo e critico de Literatura Infanto Juvenil

Jorge Martins

Um amigo especial que está a seguir todos os meus passos...
numa aprendizagem mútua...numa cumplicidade única, transparente, sincera e construtiva.

Também quero agradecer à Carla M A e à Rita Duque por me terem dado atenção:)
 Pelas suas palavras tão sinceras e carinhosas nos contactos que tivemos:)


sábado, 27 de outubro de 2012

in acabado


Findou o livro poético
Mas…
                  a poesia não
Apenas descansam as palavras
Adormecidas cá dentro
Deixo-as sonhar…entretanto
                  no pensamento
                  amaduram
E quando despertarem
Vão voar
             Voar
Do mesmo jeito que o vento
Na brisa do entardecer
tocando de leve a quem passa
               e batendo forte
              a  quem não
                         quer ver


Sílvia Mota Lopes


A canção que vamos ensaiar na quarta feira


                                                     Dorme meu menino a estrela d'alva
                                                     Já a procurei e não a vi
                                                     Se ela não vier de madrugada
                                                     Outra que eu souber será pra ti
                                                     ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis)
                                                     Outra que eu souber na noite escura
                                                     Sobre o teu sorriso de encantar
                                                     Ouvirás cantando nas alturas
                                                     Trovas e cantigas de embalar
                                                     Trovas e cantigas muito belas
                                                     Afina a garganta meu cantor
                                                     Quando a luz se apaga nas janelas
                                                     Perde a estrela d'alva o seu fulgor
                                                     Perde a estrela d'alva pequenina
                                                     Se outra não vier para a render
                                                     Dorme que ainda a noite é uma menina
                                                     Deixa-a vir também adormecer


O nosso maestro vai ser pai de uma menina...pois... agora são só canções ternurentas...:)
Eu e os manos cantávamos esta canção para a Alícia adormecer...mas eu acho que nós adormecíamos primeiro:)

:)

 

Estava à espera deste momento
Em que a vida nos acelera o passo e o pensamento
Onde o sorriso permanece mesmo que os lábios desejem estar intactos
Mesmo que a lágrima deseje escapulir 
Mesmo que o cansaço nos faça querer parar
Mesmo que nos digam “não “ou que nem nos digam nada
Mesmo que o olhar seja vago e distante
Mesmo que nos façam querer desistir
Ou que nem vale a pena tentar
Mas quem diz “não” é toda a minha vontade de querer dar mais
Um “sim” de palavras, de mim.
Mesmo quando em momentos em que nos sentimos impotentes
E sabemos que somos pequenos
Mas podemos ser capazes por dentro
E que ser é mais do que a razão do existir.
Dar mais do coração, da emoção do sentir.
E assim sabemos que vale a pena.

Não desistam nunca!!!!


E nesta pausa... ouço os meus filhotes a cantar e a tocar guitarra:)
assim... sorrio ainda mais:)


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A tela pronta:)

 
Amanhã a Alícia já pode oferecer a tela à professora
DIANA :)
Uma menina que vi nascer:)
Técnica Mista
Materiais utilizados: Tinta acrílica, pastel de óleo, corretor, cola de brilhantes (cores diversas) e  marcadores:)

domingo, 21 de outubro de 2012

Uma tela para oferecer à professora de ballet da Alícia

 

mais uma bailarina!!

 
 

Ainda não está pronta:)

 
 

Ainda não está terminada:)

 
A Alícia não saiu da minha beira:)
A filha do Paulo César anda no ballet com a Alícia

Uma tela por terminar....

 
Comecei esta tela esta senana...o tempo passa a correr e não dá para tudo.
Vou pintando, vou escrevendo, vou desenhando...
Não vai ficar pronta hoje...não sei quando vai ficar...a Alícia vai participar nela, já combinamos as duas. Está ansiosa que fique pronta porque vai oferecer a tela à professora de Ballet, a Diana.
A Alícia já desde o ano passado que anda a pedir para ir para o ballet. Eu já andei quando era nova, a Mariana também andou durante quatro anos. Por isso mesmo também quisemos lhe dar essa oportunidade.
A Alícia é uma bailarina muito disciplinada...porta-se muito bem nas aulas.
Adora !!!



A Alícia está ansiosa que termine esta tela para oferecer à professora de Ballet

 

sábado, 20 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Pois é de repente deu-me uma coisinha e pintei isto tudo há pouco:)

 

Para todas as crianças do mundo! :)

 
 
 

A não perder, na casa do professor dia 26 de Outubro pelas 21 horas

 
Sabem uma coisa eu ainda não sei como faço estas coisas ao Pedro Seromenho...ele não merece, estou zangada com ele...é um desnaturado..... ele é muito FEIO!!!!
Mas eu sou um coração mole...e gosto tanto do trabalho dele...que...
aqui está.... e não posso perder este VEM ....ESCUTA.....SENTE

 Quando estiver contigo vou-te dar uma murraça...vais ficar com um olho à pirata!!!!

No outro dia olhava para uma árvore e o tronco parecia feito de mochos:)

 
 Uma árvore vestida de pássaros
em vez de folhas de cores diversas
poisadas nos ramos desta
sobre um tronco de mochos sábios
dormem as asas
acordam os sonhos
 silenciam os lábios








sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Foto tirada um mês antes do seu falecimento...este poema é dedicado aos meus sogros

 

Vem de longe

O som do piano

Os dedos dançam

Delicadamente

Nas teclas de duas cores

Como por magia

Acatam a melodia

 Não soa a dia

Mas a noite fria

Uma triste melodia

Com sabor a lágrimas

 Com cheiro a saudade

Ao som do piano

 Se espera

 Um novo amanhecer

 Um novo acordar

Um canto

O som do mar

O bálsamo do campo

O rubor de amar

Coro de pais :) nesta atuação só estávamos 13 elementos:)



O marido de uma amiga:) Para ti Bina


Para animar :) só faltava mais esta...


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

:)

A Alícia agora mesmo:)
-Mãe vou ver este filme, é tão romântico!!!!

Escrito agora :)

 

Rama que abana

Em tempo de outono

Queda-se a folha

Amarga-se a alma

Em tempos…

Crianças à solta no campo

Descalças respirando liberdade

 Vivem agora em casas

 Com janelas de arame

Respiram aos golinhos

Tal como os prédios na cidade

E pelas ruas vestidas de folhas

Andam encolhidos aos beijinhos

Os namorados sem idade

E os “velhos” logo de manhã

Matam o tempo

A jogar à sueca

Na sua sábia batota

Dizem um palavrão e soltam uma gargalhada

Porque o tempo pouco lhes diz

ou não lhes diz mesmo nada!