Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 29 de setembro de 2012

correu muito bem!

Sabem um coisa...FOI LINDO LINDO LINDO!!!! estão todos de Parabéns!!!!
Professora Alexandra, Professor Célio, Professora Ana Paula e o coro das crianças...estão todos de Parabéns tornaram a história um momento mágico e onde há magia tudo pode acontecer!!!!!!
Agora vou jantar porque daqui a pouco tenho que estar lá outra vez porque vamos cantar e os meus filhotes também até já...portem-se bem!!!!!

Dois em um:)

 
 

29 de Setembro que faça a diferença:)

 
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Convite:)

 
E pelas 21 horas no mesmo dia vai atuar o coro de pais, bem como atuações de todos os alunos da Companhia da música

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Abandonado

 

Pela rua

Arredando pé

Vejo um velho de rosto esfomeado

De mão morta pedindo esmola

Veste um corpo cansado e sujo

Todo ele imundo!

A sua barba preta e branca

Mostra um passado presente

 Um futuro sem esperança

Mas dança…

Quando vê o sorriso de uma criança

 E sorri ao amor

E cheira uma flor

Porque já há algum tempo não cheira

E adormece

Porque esteve demasiado tempo acordado

E morre...
 Porque ninguém quis que vivesse



 
 
 
 
 
 
 
 

 

Fala-se do tempo

Fala-se devagar

Emergem as palavras

Procurando um lugar para morar

Fala-se…do ar em movimento

 Das ruas cobertas por mantas de folhas malhadas

Das mágoas, dos desejos em malas guardadas

Dos pássaros que partiram para sul

Faz tempo…

 Deixando vazios os beirais

Sim… partiram os pardais

Não mais se ouviu aquelas melodias

Que enchiam as avenidas

Agora os fios de água desenham o chão

E envolvem-se com a textura da terra

Formam um quadro de natureza viva

 Sobrepondo-se à morte de uma rua deserta

Ainda são amenos os dias

Mas as noites dada vez mais frias

E a paz do tempo

Amadura

Na alma do poeta

domingo, 23 de setembro de 2012

Com esta música desejo a todos uma noite tranquila e uma boa semana:)


Pede tu ao vento

 
Pede tu ao vento
já desisti de lhe falar
enlouquece por vezes
nada o faz parar
é triste e fria a noite
mas envolvente quando ele chega
e nos seus braços
embala-me docemente
fecho os olhos
para o sentir
o meu corpo cansado adormece
percorro lugares e gentes
que nunca vi
mas ... ao mesmo tempo
num tempo que desconheço
já o vivi

Sem Título:)

 
 

Missi

 
A Missi é a Gata mais linda do mundo!!!!

A verdadeira Índia:)

 
A minha índia  quando tinha  sete anos:)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

:)

 

Fiz um poema

            Não fala de ti

Nem da estrela

Que olha a sorrir lá do alto

                   Onde mora

Fiz um poema

                      Não fala de medo

Nem do pesadelo

                 Que à noite me acorda

Fiz um poema

                 Que fala de nós

Da felicidade

                             De não estarmos sós

Fiz um poema

              Que não chora

  Apenas sorri 

                Aqui e agora

Princesa Mariposa

 
 

Borboflor

 
 

Piu piu ui iupiu

 
 

Cocoro coco

 
 
 
 
 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012


escrito de fresco:)

 

Poema revestido de pétalas

Aromatizas as vidas solitárias

Essas que habitam em casas sem janelas

E portas vedadas

 Desbloqueias os desejos mais tenebrosos

Soltas a brisa da manhã

E a noite de quem por ti espera

Serás pássaro louco

Ou nascido há pouco

Que ainda não sabe voar

 Poema… em silêncio espero

Sentada na berma

De olhos fechados

Para me salvares

E se não vieres ao meu encontro

Resta-me o outro ombro…

 Para me reconfortar

terça-feira, 18 de setembro de 2012

:) para além de um desenho é poema também:)

 
Numa aldeia pequena
Onde ninguém quer morar
Vi um cãozinho pequenino
De volta de mim a cheirar

Era tão engraçado
Com o seu pelo acastanhado
Abanava a cauda todo contente
Andava atrás de mim por todo o lado

Olhei para a mãe e para o pai também
Posso ficar com ele? -perguntei
Está sozinho
Não tem ninguém!