Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 19 de maio de 2012

Para animar:)

Parabéns Miguel Ralha e companhia:)

4 comentários:

Ariel disse...

FORÇA PORTUGAL!
E SAÚDE!
MUITO OBRIGADO POR SUA VISITA!
ÓTIMA SEMANA!
BEIJOS

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada Ariel
Uma boa semana para ti também:)

Sciarada disse...

Ciao Silvia e piacere di conoscerti, bello il tuo blog in cui è interessante cogliere la tua interiorità!

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada Sciarada:)
Um abraço