Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Já está pronto:)


O nosso Pteranodonte já está pronto e chama-se Luminus:)

Agora já posso revelar...este Pteranodonte vai participar num concurso organizado pela Universidade do Minho, amanhã vamos lá estar TODOS para ver a exposição...e.....vamos lá ver se ganhamos um prémio...:)

1 comentário:

Silvia Mota Lopes disse...

e ganhamos mesmo o 1º prémio!!!