Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

terça-feira, 1 de maio de 2012

O nosso dinossauro

 
Sinto-me mesmo feliz também a nível profissional.
É tão bom trabalhar numa escola assim,
onde há uma enorme vontade de trabalhar,
há dinâmica, há espírito de grupo,
os pais envolvem-se de uma forma muito positiva.
Toda a comunidade educativa mostra interesse e participa.
Quando desejamos muito que as coisas aconteçam...elas acabam por acontecer:)
Espero para o ano continuar na mesma escola, também já estou um pouco saturada de andar de um lado para o outro, e quando se está bem , não apetece sair, não é verdade?
vamos ver, se precisarem de mim têm autonomia para me contratarem...

2 comentários:

Feridas disse...

Tinhas razão, o dinossauro afinal não era desenhado, era tridimensional e está fantástco! Parabéns!

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada:)
Um beijinho grande para ti