Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

domingo, 27 de maio de 2012

Uma gaivota voava voava asas de vento coração de mar

 
Posted by Picasa

2 comentários:

FA disse...

A amizade tem dessas coisas...
Está aqui a continuação da "estória"
ilustrada abaixo...vamos dar asas a imaginação e dai sair outro livro?...
Como é bom ter um amigo, amigo do coração que nos leva em seus sonhos, nas asas imaginação...
Beijos com po-magico ;)

Silvia Mota Lopes disse...

então vamos fazer o seguinte...tu é que vais escrever essa estória...tens a ideia vais ter que a pôr em prática:) e eu vou ilustra-la pode ser?