Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

habitat...cada um tem o seu

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2 comentários:

maria selma disse...

Silvia visitando seu espaço,
Linda sua poesia ,
gostei:no céu só quero voar um dia nas asas de um anjo....
As vezes até na terra voamos qdo estamos com um anjo de nosso lado...
Gostei muito de conhecer seu blog e um pouco de você...
seguindo...
Beijos de luz

Silvia Mota Lopes disse...

obrigada:)
beijinhos