Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um desenho muito criativo do meu educando

com apenas cinco anos
5 anos!
olhem só os pormenores...uma borboleta dentro de uma borboleta e com o número 2 ..pois são duas,
os olhos quadrados...e porque não? não têm que ser sempre redondos....
já repararam nos olhos em forma de antenas?
A chover e a dar sol ao mesmo tempo...
bem é melhor ficar por aqui estou a ficar babada!


3 comentários:

FA disse...

É, passa muita informação esse desenho...as crianças são tão lindas, genuínas...

Unknown disse...

Eu acho que conheço este menino...pois já vi outros desenhos tão ou mais criativos que este!
Parabéns para ele e para a sua educadora que incentiva estes pequenos artistas!

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada:) Ainda me interrogo muitas vezes se sou boa Educadora:)
Uma coisa tenho a certeza não sou perfeita e o que faço é com o coração e para o bem deles.
abraço :)