Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

terça-feira, 21 de agosto de 2012

In pacto

 
Na minha cabeça
Ai! a minha cabeça
Que cabeça a minha
Quem está na minha cabeça?????
Só pode ser um GATO!!!!!!

4 comentários:

Bernardo Velasco disse...

Olá! obrigado por sua opinião e ver o meu blog, na verdade, o blog também tem coisas muito interessantes que compõem tanto quanto as imagens que são belos exemplares, como eu, também estamos em contato cuidar, saudações por lá!

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada Bernardo:)
Um abraço

MA FERREIRA disse...

Olha o gatinho...rs aliás dois gatinhos..
bjinho........

Silvia Mota Lopes disse...

Dois gatos!!! MIAU!!!!
Bjinho....