Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...
domingo, 11 de março de 2012
Pronto...para "matar" a vossa curiosidade :)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
6 comentários:
Silvia...
Que lindo seu trabalho...cheio de ternura a sua fala!!
Parabéns e um ótimo domingo!!!
bj
Obrigada Ma Ferreira um bom domingo para si:)
Isso promete!
Está a ficar lindo, vindo de ti, a magia acontece sempre!
Beijinho doce amiga :)
Linda!
Um beijinho doce para ti também e uma noite descansada! :)
Sabes uma coisa eu acho que inconscientemente foi pintada a pensar em ti...tu és essa menina :)
Tu és uma querida!
Mas sabe que quando li senti alguma afinidade com a "história"... que engraçado...
Obrigada pelo carinho sua linda!
Bjca
Enviar um comentário