Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

domingo, 18 de março de 2012

Um Workshop a não perder...


Já tinha divulgado este workshop
mas decidi divulgar de novo porque vale mesmo a pena
Para quem tem um sonho como eu de ilustrar um livro infanto-juvenil
Horário pós-laboral e ao fim de semana de 31 de março a 6 de abril
Orientador: Richard Câmara

2 comentários:

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Olá Silvia, por mero acaso vim aqui e estou maravilhado com essa sensibilidade para a pintura! Sensibilidade nas mãos e no olhar!
Bj e bom trabalho!
Rui

Silvia Mota Lopes disse...

Muito Obrigada Rui :)