Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

terça-feira, 13 de março de 2012

A minha filha há pouco durante o jantar:
- Mãe quero quatro coisas:
conduzir
cozinhar
fazer ballet
e tirar bebés da barriga!

2 comentários:

Gaspar de Jesus disse...

Cara Sílvia, as crianças são um Amor.
O que valeria o Mundo sem elas?
Gostaria de ter visto a sua atrapalhação (ou não) para lhe responder.
rsrsrs
Ah, antes que me esqueça, gosto muito dos seus FABULOSOS DESENHOS!
Gaspar de Jesus

Silvia Mota Lopes disse...

Olá Gaspar
Sim sem elas a vida não era a mesma. Haveria vida e mundo sem elas? Elas são o mundo e a vida!
Respondi com um grande sorriso de orelha a orelha:) Nem sempre tenho as palavras no momento..então simplesmente sorrio.
E um sorriso diz muito...:)
Boa noite e obrigada