Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

domingo, 15 de julho de 2012

A cegonha que faltava pintar:)

 

4 comentários:

Diana Evans disse...

oh what a wonderful painting!!! I love this Silvia!!! and thank you so much for the sweet Wishes!!!!

Silvia Mota Lopes disse...

Diane thank You too have beautiful work you do and delicious cakes kiss and a hug for you and your family

ricardo alves disse...

super gracioso silvia...

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada Ricardo:)