Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Tenho sede:)

 
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5 comentários:

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Olá Silvia,
linda pintura, muito bonitos os pormenores!

Silvia Mota Lopes disse...

Obrigada Rui
Muitos beijinhos e também para as filhotas:)

Juan Luis López disse...

Bonitos dibujos, gracias por pasar por mi pequeño espacio, nos iremos viendo.

Un abrazo!!!

Silvia Mota Lopes disse...

Gracias!:)

Um Abrazo

Silvia Mota Lopes disse...

Juan também me inspirei numa fotografia tua para fazer este desenho:)
É verdade:)
Beijos