Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

terça-feira, 26 de junho de 2012

Somos Super heróis:)

 
Não admira que os meus desenhos principalmente os meninos tenham capas tipo super homem... aqui têm a prova...os meus educandos com as toalhas para fazerem de conta que também o são:)

2 comentários:

Eugenio Fdez disse...

Muchas gracias por seguir mi blog Silvia, tus palabras son bellas y llenas de paz.
Enhorabuena por tu libro que sin duda
dejará huella.
Gracias de nuevo, un abrazo.
Eugenio.

Silvia Mota Lopes disse...

Muito obrigada Eugenio:)
Um abraço