Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Alícia adora castelos:)

 
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3 comentários:

★MaRiBeL★ disse...

(\__/)
(='.'=)BELLO VIERNES,SABADO, DOMINGO...
(")_(")DONDE QUIERA QUE TE ENCUENTRES...BESOS!!
˜*•.”*°•.”*°•.•°*”.•°* ”.•*˜˜*•.”*°•.”*°•.•°*”.

Silvia Mota Lopes disse...

Que coelho mais engraçado:)
Maribel um bom fim de semana para ti, obrigada. beijinhos:)

Silvia Mota Lopes disse...

Agora é que reparei que na fotografia tb está um coelho de pé...ora repara bem...parece que tem uma botas calçadas. se calhar as botas do gato:)