Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

uma tela que não é a tela:)


Já tenho as telas mas não tenho tintas...bem só tons de amarelo, cor de laranja, vermelho,castanho e preto:)
AI! a minha vontade de pintar...agora tenho que começar tudo de novo...pintar por cima desta....pois não é bem isto que quero...experimentar até acertar...
Fa amiga quero que seja 100%

Um desenho muito imperfeito...feito a olho

 
As telas que vou pintar para o bebé que vai nascer são sobre animais...estou a praticar:)

domingo, 1 de abril de 2012

É VERDADE!

Ontem correu tudo bem, fomos os primeiros a cantar...chegamos para ensaiar às 7.30 e só saimos de lá à meia noite e trinta...foi lindo! portaram-se todos muito bem! :)
Em finais de Abril vou partilhar muitas surpresas com vocês.:)
beijinhos e sejam felizes!