Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Na Livraria Centésima Página a apresentar o livro "Alícia no Bosque"













2 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

Qualquer um desses aí
Podiam ser um dos daqui

Ler, é antecipar o Mundo

Fernando Santos (Chana) disse...

Os meu votos de sucesso....
Cumprimentos