Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Para todas as crianças do mundo! :)

 
 
 

A não perder, na casa do professor dia 26 de Outubro pelas 21 horas

 
Sabem uma coisa eu ainda não sei como faço estas coisas ao Pedro Seromenho...ele não merece, estou zangada com ele...é um desnaturado..... ele é muito FEIO!!!!
Mas eu sou um coração mole...e gosto tanto do trabalho dele...que...
aqui está.... e não posso perder este VEM ....ESCUTA.....SENTE

 Quando estiver contigo vou-te dar uma murraça...vais ficar com um olho à pirata!!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012