Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...
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sábado, 31 de março de 2012

Deu-me de repente uma saudade....isto também porque amanhã vamos todos atuar neste mesmo espaço:)

A Mariana participou neste musical 
muitos ensaios.... muita dedicação. Tinha 12 anos na altura 
ela adorou a experiência  e a relação com os professores e colegas foi excelente:) 
Quando fez 13 anos disse-me que gostava de aprender a tocar piano.
Está na Companhia da Música, este é o segundo ano que frequenta...o irmão também quis mas outro instrumento: guitarra...a mais pequenina vai pelo mesmo caminho....:) 

bem...hoje já passa da meia-noite :)