Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Se o mundo vai acabar quero acabar assim agarradinha às pessoas que amo:)

 

2 comentários:

Rogério Pereira disse...

Terá braços para tal?

Fica a ideia... (que não é feia)

Silvia Mota Lopes disse...

:) eu transformo-me em mulher elástico:)

E... estico os braços para abraçar todos de uma vez...bem vou lá abraçar não vá o mundo acabar!!!

e já agora ...um abraço para o Rogério:)