Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Está quase a chegar o dia:)

 

6 comentários:

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Sílvia;
Belo trabalho...Espectacular....
Cumprimentos

Silvia Mota Lopes disse...

Olá Fernando
Obrigada pelo apoio...sim está quase a chegar, mas ainda falta um pouquinho para esse dia tão esperado.

Vai ser um dia muito especial:)
Beijinho

Teresa disse...

Sílvia
Posso não dizer nada,mas passo sempre para ler o que desenhas...
Gosto!
Beijinhos.

Silvia Mota Lopes disse...

Eu sei:)
beijinho

Rogério Pereira disse...

Espero
E ao meu lado
Espera também
Sentado!

(O Diogo, claro!)

Silvia Mota Lopes disse...

:) obrigada Rogério