Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 27 de outubro de 2012

:)

 

Estava à espera deste momento
Em que a vida nos acelera o passo e o pensamento
Onde o sorriso permanece mesmo que os lábios desejem estar intactos
Mesmo que a lágrima deseje escapulir 
Mesmo que o cansaço nos faça querer parar
Mesmo que nos digam “não “ou que nem nos digam nada
Mesmo que o olhar seja vago e distante
Mesmo que nos façam querer desistir
Ou que nem vale a pena tentar
Mas quem diz “não” é toda a minha vontade de querer dar mais
Um “sim” de palavras, de mim.
Mesmo quando em momentos em que nos sentimos impotentes
E sabemos que somos pequenos
Mas podemos ser capazes por dentro
E que ser é mais do que a razão do existir.
Dar mais do coração, da emoção do sentir.
E assim sabemos que vale a pena.

Não desistam nunca!!!!


E nesta pausa... ouço os meus filhotes a cantar e a tocar guitarra:)
assim... sorrio ainda mais:)


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