Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 26 de maio de 2012

Eu com dois anos

 
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4 comentários:

FA disse...

Que riqueza...tenho algumas também da infância vou postar no meu, é tão bom recordar!...Bjs

Silvia Mota Lopes disse...

Que barriguda! :)
pois é...
Beijinhos

MA FERREIRA disse...

rsrsr que fofa!!! lindinha!!

beijinho e bom fds!!

Silvia Mota Lopes disse...

obrigada MA, um bom fds para si também:)
o meu beijo tem asas para voar até à MA