Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

domingo, 22 de janeiro de 2012

Eu não penso muito no futuro, porque o futuro faz-se no presente.
Para mim não existem três tempos, apenas um.
Todos pensam muito nos direitos e não pensam nos deveres.
 Gostam muito de receber...mas muito pouco de dar.
Vivo um dia de cada vez o melhor que posso.
Não penso muito no futuro dos meus filhos.
 Não quero saber que notas vão ter amanhã...no 10º ou no 12º.
 Vivem os momentos o melhor que podem...olho para trás, estou feliz e amanhã logo se verá.
Mas isto é muito mais que notas...isto trata de algo mais abrangente.
Por favor preservem o planeta
isto é muito urgente!

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