Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Chegamos agora da Fnac e claro, depois de ter passado uma semana fechada em casa doentinha, a Alícia ficou entusiasmada. Quando chegamos disse-me logo para ir para os livros, pegou num de poesia e outro...mas de repente olhei para para o lado e vi o Tubarão na Banheira, não resisti e trouxe-o para casa.
A Primeira reação da Alícia quando o abriu :- Não gosto da parte que tem muitas letras.  página 6 e 7
gosto desta, e desta....e desta e logo logo começou a inventar uma história muito engraçada a partir das imagens.
o tubarão na banheira( foi a Alícia que escreveu o título agora no computador). Amanhã vai gostar ainda mais quando lhe contar a história, agora está "cheia" de sono e fome....boa noite!
pelo que eu vi....mum...!!! está uma delícia!!

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