Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

sábado, 29 de outubro de 2011

Gigante cá dentro


Posted by Picasaescrevi agora este poema e o mais engraçado é que em vez de inspirá-las
tinha soprá-las...comecei a pensar...eu não consigo soprar as palavras para o meu coração
vocês também não....faz de conta que têm palavras na mão e soprem....isso elas vão para todo o lado menos para o vosso coração...tinham que pedir ajuda ao Sr. Vento, ele sim podia soprar as palavras para o vosso coração. Eis a razão porque substitui a palavra.
isto ainda me fez sorrir!!!!

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